Movimento ondulatório |
ATENÇÃO: Página do Prof: Everton G. de Santana
Nesta página eu apenas traduzi podendo ter introduzido, retirado ou não alguns tópicos, inclusive nas simulações. A página original, que considero muito boa é:
Autor: (C) Ángel Franco García
Interferência e difração
Interferência das ondas produzidas por duas fontes (I) Interferência das ondas produzidas por duas fontes (II) Interferência das ondas produzidas por várias fontes Difração produzida por uma fenda Interferência mais difração Difração abertura retangular e circular Difração de Fresnel |
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Uma das características essenciais do movimento ondulatório é o fenômeno da interferência. Nesta página, introduzimos a interferência mediante um experimento simulado (o tubo de Quincke), que serve para medir a velocidade do som.
Interferência de dois pulsosA simulação que mostra a interferência de dois pulsos iguais:
onde v é a velocidade de propagação que foi fixado em v=1 AtividadesAtivamos o botão de raio titulado:
Clique no botão titulado Começar Observe o movimento dos dois pulsos (vermelho e azul) na parte superior na simulação e o resultado da superposição na parte inferior. |
Medida da velocidade do som. O tubo de Quincke
O dispositivo consta de dois tubos em forma de U, um fixo de diâmetro interno de 1 a 3 cm, e outro corrediço, cujo diâmetro interior é igual ao diâmetro exterior do tubo fixo. O som emitido por um alto-falante, conectado a um gerador de funções de freqüência variável, viaja por dois caminhos diferentes: pelo braço direito e pelo braço esquerdo. O microfone capta a superposição de ambas as ondas e seu sinal elétrico gerado é analisado com um osciloscópio. As equações das ondas harmônicas que viajam pelo caminho esquerdo e pelo caminho direito são, respectivamente Ψ1=Ψ0·senk(x-vt) Onde k e o número de onda k=2π/λ, λ é o comprimento de onda λ=v/f, v é a velocidade de propagação do som no ar em condições normais, ao redor de 340 m/s e f a freqüência do som emitido. Desde o alto-falante ao microfone, o som percorre pelo lado esquerdo, um caminho de comprimento x1 e pelo lado direito, um caminho de comprimento x2. Na posição do microfone, teremos a composição de dois MHS de mesma direção e freqüência Ψ1=Ψ0·senk(x1-vt)=Ψ0·sen(kx1-ωt)
Suponhamos que quando o braço corrediço está na posição 0 da régua, o comprimento de ambos os caminhos é o mesmo x1=x2. A amplitude do MHS resultante é máxima 2Ψ0, a intensidade do som, proporcional ao quadrado da amplitude será também máxima. O braço deslizante é deslocado de d, o comprimento do caminho esquerdo não muda x1, porém o comprimento do caminho direito aumenta em 2d. x2=x1+2d
Medindo o comprimento de onda λ na régua, e conhecida a freqüência f do som emitido pelo alto-falante, determinamos a velocidade do som v.
AtividadesA simulação mostra o funcionamento de um tubo de Quincke. Na parte inferior, o movimento de um pequeno êmbolo representa as oscilações da membrana do alto-falante. O som se propaga pelo lado esquerdo e pelo direito, até chegar a posição do microfone, na parte superior da simulação, representado por um pequeno êmbolo, cuja oscilação é o resultado da composição de dois MHS de mesma direção e freqüência. Na parte central na simulação, é representado o movimento ondulatório harmônico que viaja até a posição do microfone pelo caminho esquerdo (em cor vermelha) e pelo caminho direito (em cor azul). Quando é propagado um movimento ondulatório harmônico em um meio (ar) as moléculas vibram. Os pontos de cor vermelha e azul nos tubos, representam estas moléculas. Introduza
Clique no botão titulado Início
Clique no botão titulado Começar Observamos as oscilações do êmbolo na parte superior na simulação, que representa o microfone, quando sua amplitude é máxima, ou quando os dois MHS estão em fase (no centro na simulação), anotamos a posição do braço deslizante (em cm) na régua. Comprovaremos que a distância entre dois máximos consecutivos é meio comprimento de onda, λ/2.
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Mover com o ponteiro do mouse o círculo de cor vermelha