Dinâmica celeste |
ATENÇÃO: Página do Prof: Everton G. de Santana
Nesta página eu apenas traduzi podendo ter introduzido, retirado ou não alguns tópicos, inclusive nas simulações. A página original, que considero muito boa é:
Autor: (C) Ángel Franco García
Leis de Kepler O descobrimento da lei da gravitação Força central e conservativa Equação da trajetória Solução numérica das equações Órbita de transferência Encontros espaciais Trajetória espiral Encontro de uma sonda espacial com Júpiter
Trajetória de um projétil (I) Trajetória de um projétil (II) Movimento relativo Queda de um satélite em órbita até a Terra. Os anéis de um planeta Movimento sob uma força central e uma perturbação O problema de Euler Viagem a Lua |
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O movimento posterior dos fragmentos, é devido unicamente a força de atração da Terra e por tanto, descrevam órbitas elípticas se sua energia total é negativa.
Descrição
Todos os fragmentos tem a mesma energia E, porém distinto momento angular L Em uma página prévia, demonstramos que o semi-eixo maior a é independente do momento angular L, e somente depende da energia total E.
Todos os fragmentos tem o mesmo semi-eixo maior a. Pela terceira lei de Kepler o período de todos os fragmentos será o mesmo. Todos os fragmentos saem de uma vez do mesmo ponto y regressam depois de um tempo igual ao período ao mesmo ponto. Vamos estudar agora os distintos casos que podem ocorrer dependendo do ângulo de lançamento. Quando o ângulo φ=0
Quando o ângulo φ=180º
Quando o ângulo φ=90º
Quando o ângulo é φ
AtividadesIntroduza
Clique no botão titulado Começar Não são aceitos valores de v0 e r0 que dão lugar:
Se é cumprido alguns destes três casos, em foco volte ao controle de edição titulado Velocidade, para que o usuário mude os valores destes dois parâmetros. No caso de que os dois valores sejam aceitos, observe as trajetórias dos fragmentos cuja velocidade forma ângulos de 30º, 60º, 90º, 120º e 150º com o raio vetor. Observamos que todas as trajetórias tem o mesmo eixo maior e por tanto, os fragmentos voltam a encontrar no ponto de partida transcorrido um período P. ExemplosPara resolver estes exemplos adotamos um Sistema de Unidades tal que GM=1 Suponha que introduzimos os seguintes valores
Quando o ângulo é φ=0.
Quando φ=90.
Quando o ângulo é φ=30.
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Equação da trajetória
Os parâmetros d e ε (excentricidade) estão relacionados com o momento angular L e a energia E da partícula
Neste tópico, vamos determinar a equação da elipse que descreve uma partícula que dista r0 do centro de forças, disparada com velocidade inicial v0, fazendo um ângulo φ entre esta velocidade e a linha que une o centro de forças e o ponto de disparo, tal como é mostrado na figura. Por ser a força de atração conservativa, a energia é constante em todos os pontos da trajetória e vale
Por ser a força de atração central, o momento angular é constante em todos os pontos da trajetória. L=mr0·v0·senφ A equação de uma elipse girada de um ângulo θg é
r e θ são as coordenadas polares da partícula, a distância a origem e o ângulo que forma o raio vetor que une o centro de forças e a partícula com o eixo X, respectivamente. θg é o ângulo que forma o eixo maior da elipse com o eixo X, que é calculado do seguinte modo: quando θ=0, r=r0
Conhecida a energia E e o momento angular L, determinamos os valores dos parâmetros d e ε da elipse.
Definimos o parâmetro adimensional
EM função deste parâmetro
A medida que o ângulo de disparo muda, 0<φ<π, a excentricidade da elipse varia
Como caso particular mencionaremos, que quando A=2, ou quando a velocidade de disparo é
a trajetória é uma circunferência, ε=0, de raio r0. A equação da elipse girada um ângulo θg é
Simplificando, chegamos a equação
Envolvente das elipsesAo variar o ângulo φ com a qual é disparada a partícula, a equação da envolvente das trajetórias elípticas são obtidas derivando com relação a φ e igualando a zero.
Simplificando chegamos a expressão
Introduzimos esta expressão na equação da elipse, tendo em conta a relação trigonométrica
realizando algumas operações
e explicitando r, obtemos a equação da elipse
Atividades
Clique no botão titulado Desenhar São desenhadas as trajetórias elípticas das partículas disparadas com ângulos φ=30º, 60º, 90º, 120º, 150º e também a envolvente destas elipses.
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Butikov E. Families of Keplerian orbits. Eur. J. Phys. 24 (2003) pp. 175-183
Laporte O., On Kepler ellipses starting from a point of space. Am. J. Phys. 38 (7) July 1970, pp. 837-840