Dinâmica celeste |
ATENÇÃO: Página do Prof: Everton G. de Santana
Nesta página eu apenas traduzi podendo ter introduzido, retirado ou não alguns tópicos, inclusive nas simulações. A página original, que considero muito boa é:
Autor: (C) Ángel Franco García
O Sistema Solar Medida da velocidade da luz. A lua Máquina de Atwood Período de um pêndulo Pêndulo acionado por forças de marés O fenômeno das marés Aceleração da gravidade Viagem pelo interior da Terra Modelo do interior da Terra Desvio para o leste de um corpo que cai (I) Desvio para o leste de um corpo que cai (II) Choque de um meteorito com a Terra
A forma da Terra |
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Nesta página, é descrita duas experiências simuladas que mede a constante G da Gravitação Universal. A segunda é uma experiência muito diferente da de Cavendish que é descrita na maior parte dos livros texto.
A experiência de CavendishA massa da Terra pode ser determinada uma vez que é conhecido o valor da constante G.
Aplicamos a segunda lei de Newton a um corpo de massa m que cai livremente, sabendo que sua aceleração de queda, nas proximidades da superfície da Terra é g.
Como o raio R da Terra é conhecido e g também pode ser medido mediante várias experiências, uma das mais simples é a medida do tempo t gasto para cair um corpo de uma determinada altura h, h=gt2/2. Se a aceleração da gravidade medida é g=9.8 m/s2 e o raio da Terra, suposta esférica é R =6.37·106 m temos que a massa da Terra é
Podemos calcular também a densidade média da Terra dividindo a massa M pelo volume de uma esfera de raio R, resultando ρ=5506.5 kg/m3=5.5 g/cm3. Para “pesar a Terra” necessitamos determinar o valor de G, mediante uma experiência similar a efetuada por Cavendish.
A balança de gravitação é um instrumento muito sensível que permite demonstrar a atração entre duas massas e determinar o valor da constante G.
O pêndulo oscila com um período de aproximadamente, 10 minutos. Estas pequenas esferas são atraídas por duas esferas fixas de M=1.5 kg de massa e de 32 mm de raio. Para determinar a constante G, mediante a balança de gravitação é necessário medir a posição inicial e a final de equilíbrio e o movimento oscilatório amortecido entre estas duas posições. O ângulo entre estas posições de equilíbrio é uma medida da força de atração. Para medir o ângulo, dispomos de um raio LASER que incide sobre um espelho côncavo. A oscilação do pêndulo, é observada indiretamente mediante o movimento da marca luminosa produzida pelo raio refletido em uma régua graduada situada a L=4.425 m de distância. Posição inicial de equilíbrio
Oscilações do pêndulo Uma vez que o pêndulo é mantido estável na posição inicial de equilíbrio, as esferas grandes se movem rapidamente para a posição diametralmente oposta. O pêndulo começa a oscilar com um período
onde 2md2 é o momento de inércia da varinha de massas desprezível e das duas esferas consideradas como massas pontuais, e K é a constante de torção do fio.
Medimos o período P das oscilações tal como é mostrado na figura, o tempo que transcorre entre dois máximos da amplitude. A constante de amortecimento é pequena, de modo que o pêndulo oscila durante bastante tempo antes de alcançar a posição final de equilíbrio Posição final de equilíbrio
O momento do par de forças devido a atração entre as esferas, relativo ao eixo de oscilação, faz com que o pêndulo gire um ângulo α/2. O ângulo que forma o raio incidente e refletido é α. A régua marca a posição xf. 2Fd=Kα/2
A posição xf da marca luminosa sobre a régua distante L do espelho côncavo é
já que α é um ângulo pequeno
Explicitamos a constante G
Exemplo:
AtividadesO programa interativo, gera aleatoriamente, um valor da constante K de torção dentro de certos limites. Clique no botão titulado Início O pêndulo de torção é colocado na posição inicial de equilíbrio Clique no botão titulado Começar As esferas grandes são colocadas em posições diametralmente oposta O pêndulo de torção começa a oscilar, até que ao cabo de um certo tempo medido em minutos, é parado na posição final de equilíbrio. Medimos o período P da oscilação e a posição xf final de equilíbrio. Calculamos a constante G da lei da Gravitação Universal.
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Outra forma de medir G
As forças que atuam sobre a partícula de massa m são:
A força F1 restauradora, que é produzida quando o pêndulo é desviado de um pequeno ângulo θ com relação a posição de equilíbrio. A componente tangencial do peso vale mg·senθ, tal como é indicado na parte direita da figura. Se o ângulo θ é pequeno, podemos escrever F1≈ mg·senθ=mgr/l As componentes desta forças são (veja a figura abaixo) F1x=-F1·x/r=-mgx/l
A força F2 de atração entre a partícula de massa m e a partícula de massa M, tem por módulo
As componentes desta força são A equação do movimento da partícula de massa m é max=F1x+F2x Se considerarmos que o deslocamento r do pêndulo relativo a posição de equilíbrio é pequeno frente ao raio R da partícula de massa M, as componentes F2x e F2y são expressas
As equações do movimento são escritas em forma de equação diferencial
ou então
Resolvemos o sistema de duas equações diferenciais de segunda ordem com as condições iniciais t=0, x=0, y=0, dx/dt=0, dy/dt=0, logo, a partícula de massa m parte da origem com velocidade nula.
Caso particular Quando ω≈ω0 temos para a solução da primeira equação diferencial
A solução da primeira equação diferencial é convertida em
Para a solução da segunda equação diferencial
A solução da segunda equação diferencial é convertida em
A distância r da partícula de massa m a origem é
A distância r é incrementada proporcionalmente ao tempo t, a partícula descreve uma espiral que parte da origem. Temos que desenhar nosso experimento simulado de modo que a freqüência
coincida com grande aproximação com a velocidade angular ω de rotação da partícula de massa M.
AtividadesIntroduza
Clique no botão titulado Novo, e continuando, clique no botão titulado Começar. Observamos o movimento circular da partícula de massa M, o pêndulo estará praticamente imóvel na origem. Na parte superior esquerda na simulação, é indicado o instante t em segundos, e o desvio do pêndulo (distância a origem) r em mm. Introduzimos o tempo t medido em horas no controle de edição titulado Tempo, e clicamos no botão titulado Começar.
Voltemos a introduzir outro tempo medido em horas no controle de edição titulado Tempo, e clicamos no botão titulado Começar, e assim sucessivamente. Quando temos suficientes resultados “experimentais” clicamos no botão titulado Gráfico. Para começar outra experiência, com outros dados da massa M, o raio R e a velocidade angular de rotação ω, clique no botão titulado Novo. Podemos mudar a escala de observação, ativando alguns dos botões de raio titulados dm, cm e mm. Na primeira escala dm observamos o movimento circular da partícula de massa M, nas outras escalas está muito distante da origem e desaparece da janela na simulação. O pêndulo não é desviado apenas de sua posição de equilíbrio se ω é diferente de ω0, tal como podemos comprovar na simulação e calcular a partir das equações do movimento. Exemplo:
A freqüência
se diferencia muito pouco da freqüência angular de oscilação do pêndulo, devido a que o segundo termo que contém a constante G é muito pequeno. Introduzimos a velocidade angular de rotação ω=3 rad/s. calculamos x e y no instante t=1 hora=3600 s
O mesmo ocorre para y. O pêndulo não se desvia apenas da origem, inclusive depois de um tempo muito grande. O desvio é incrementado apreciavelmente quando ω≈ω0=2.857739, ao cabo de uma hora o desvio do pêndulo é
Que podemos observar ativando o botão de raio titulado mm. Devemos procurar introduzir um tempo t que não seja o suficientemente grande como para que deixe de cumprir a condição de que r<<R, na qual nos baseamos para obter uma expressão simples que descreva aproximadamente o movimento do pêndulo. Comprovar que quando ω≈ω0 o desvio r
Na experiência simulada, e obtido o valor de G a partir da medida da inclinação da reta
Quando é clicado o botão titulado Gráfico, são traçadas uma linha reta e são traçados uma série de pontos de cor vermelha que representam os resultados “experimentais”.
Se introduzimos os dados
Clicamos no botão titulado Novo, mudamos várias vezes o valor do tempo t clicando no botão titulado Começar e finalmente, clicamos no botão titulado Gráfico. Observamos a representação gráfica dos dados "experimentais" e da reta. Anotamos o valor de sua inclinação 0.328. mm/h. Com este dado calculamos G.
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Instrucciones de servicio. Balanza de gravitación, 332 101, Leybold Didactic GMBH
Sheppard D. Using one pendulum and a rotating mass to measure the Universal Gravitational Constant. Am. J. Phys. 38 (1970), pp. 380